
“Ela despiu a alma.
Sentiu a dor e o desconforto que existem na felicidade de ser genuína.”

“Ela despiu a alma.
Sentiu a dor e o desconforto que existem na felicidade de ser genuína.”






“uma fatia de tecido
outra fatia de tecido. mais fina.
e finalmente a pele.”
Palavras | Luis Rodrigues


Dançar é uma forma de sonhar.

“De onde surgem os gritos, como nascem?”
Exposição Almas Desligadas
Textos | Paulo Kellerman
Fotos | Ana Gilbert
Moinho do Papel | Leiria, Portugal
Até 13 de junho de 2019

“Deslizo lentes como dedos; percorro sinuosidades, afago fronteiras, decifro-te. E me entrego. Inteiro.”
Projeto | Paulo Kellerman
Texto e foto: Ana Gilbert



“E então senti uma dor tão visceral, tão imensa, tão desconcertante, que a única coisa que consegui fazer para lhe fugir foi esmurrar o meu reflexo no espelho, uma e outra vez, com ambas as mãos, com toda a força que possuía, tentando desesperadamente que a dor física suplantasse por um segundo (bastaria um segundo) a outra dor que se apoderara de mim, tentando desesperadamente que a dor física me distraísse da dor da perda e da impotência, da dor do desespero, da dor do ódio. Fui esmurrando o meu reflexo no espelho, fui esmurrando-me.”
Almas Desligadas | com Paulo Kellerman


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Almas Desligadas e Outras Histórias | Exposição

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Projeto Geografias corporais
Pulsar Companhia de Dança | Te encontro lá no Cacilda
Teatro Cacilda Becker | Rio de Janeiro

“O que sentirá o meu corpo com o teu abraço, depois de ter sido tocado pelo teu olhar?”
Texto e foto | Ana Gilbert

Almas Desligadas e Outras Histórias | Exposição


“Escuto o suave sussurro da respiração do meu corpo. Mas será que a minha alma também está a respirar? Como perceber se está viva, se não ouço nem sinto a sua respiração? Se não a sinto pulsar, se não sinto o bater do seu coração? Como saber o que faz respirar a alma?”
Fotografar palavras
Projeto e texto | Paulo Kellerman
Foto | Ana Gilbert