Menos

a vida arranha menos num abraço.

[isto também é sobre Gaza]

Ser

“É difícil aprender a ser”

Hellington Vieira (rua nove casa vinte e um)

aisha

Quando Gaza foi invadida e as crianças começaram a morrer, foi impossível não reagir. E reagimos como sabemos: escrevendo, fotografando. Talvez pareça uma reacção simbólica, mas é a nossa. E é visceral.
Aisha é uma criança. Aisha representa a incompreensão, a incredulidade, a revolta que ainda contém alguma esperança.
Aisha já morreu mais de quinze mil vezes.

Aisha é um livro que representa a nossa incompreensão, a nossa incredulidade, a nossa revolta que já não contém esperança.

23 textos de Paulo Kellerman
23 fotografias de Ana Gilbert
Ilustração flor | Maraia
Design | Licínio Florêncio
Caixa artesanal | Yume Ateliê & Design

edição limitada e numerada (50 exemplares)
encomendas por mensagem.


When Gaza was invaded and children began to die, it was impossible not to react. And we reacted as we know how: by writing, by photographing. It may seem like a symbolic response, but it is ours. And it is visceral.
Aisha is a child. Aisha embodies incomprehension, incredulity, revolt—still laced with some hope.
Aisha has died more than fifteen thousand times.

Aisha is a book that embodies our incomprehension, our incredulity, our revolt—now stripped of hope.

23 texts by Paulo Kellerman
23 photographs by Ana Gilbert
Flower illustration | Maraia
Design | Licínio Florêncio
Handmade box | Yume Ateliê & Design

numbered edition (50 copies)
orders: direct message

Instante

“Cada coisa tem um instante em que ela é”.

Clarice Lispector (Água viva)

Serenidade

“Perco a consciência, mas não importa, encontro a maior serenidade na alucinação.”

Clarice Lispector (Perto do coração selvagem)