


Revista Mapas do Confinamento
Uma publicação em fascículos que reúne todos os trabalhos publicados no projeto Mapas do Confinamento
Neste terceiro fascículo, participo com texto e fotos.
Disponível para leitura aqui



Revista Mapas do Confinamento
Uma publicação em fascículos que reúne todos os trabalhos publicados no projeto Mapas do Confinamento
Neste terceiro fascículo, participo com texto e fotos.
Disponível para leitura aqui


… sem pressa…
O projeto MAPAS DO CONFINAMENTO é “um projeto trilingue que une os falantes de português com o intuito de desenhar uma cartografia do confinamento através da arte e da cultura.
Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé, Timor Leste e Diásporas de expressão portuguesa – Bélgica, França, Países Baixos, Reino Unido – são estes os “Mapas do Confinamento” que quase cem artistas, escritora .es, fotógrafa .os, ilustradora .es, poetas, tradutora .es – de todas as origens e sotaques – estão a construir coletivamente em português (mas traduzidos para francês e inglês porque o mundo também é feito de outros idiomas) como forma de assinalar este momento marcante da nossa História.”
Participo com um CONTO e um ENSAIO FOTOGRÁFICO .
NÓS (conto)

Não sei o teu nome, nunca tive coragem de perguntar. Mas somos vizinhas. De vida. Habitamos a mesma pele, ainda que muitos metros de tecido esgarçado nos separem. Não sei onde estás; passo pelos lugares de costume e vejo somente a tua ausência. Em que calçada te sentas agora?
Continue a ler clicando no link.
A SOMBRA DOS DIAS (ensaio fotográfico)
Fotografo a sombra dos dias para ter a certeza de que eles passam.

ensaio completo disponível aqui

“O desejo corta na borda.”
(anônimo)


A sombra da tristeza.

A vida será sempre sonho.

tempo. a linha que nos separa

“Talvez seja isso o amor: a sensação de que ainda falta dizer tudo, apesar de tudo já ter sido dito.”
Fotografar palavras
Projeto e texto | Paulo Kellerman
Foto| Ana Gilbert

“A luz da janela
sobe pelas folhas verdes
ao topo das árvores.”
Yosa Buson (A borboleta e o sino)
Tradução: Sérgio Medeiros

“Sabes a mar. Sim, sabes a mar. E quando te beijo sinto-me transportado. Como se cada beijo teu me levasse numa viagem da qual não quero regressar.”
Fotografar palavras
Projeto | Paulo Kellerman
Texto | Maria João Faísca
Foto | Ana Gilbert

É sempre um desafio receber um texto (desconhecendo a autoria) e fazer uma leitura fotográfica das palavras. Muitas imagens surgem, mas apenas uma (às vezes, mais de uma) vai se coagular como fotografia. Este é o exercício criativo diário do Fotografar palavras, de Paulo Kellerman, projeto vigoroso e estimulante que reúne fotógrafos e escritores em torno do fascínio por palavras e imagens.
Hoje, mais uma nova parceria:
“Hoje caminhei por entre os teus pés sem que os pisasse. Não deste por mim. Respirei-te no mesmo compasso que faz dos dias noites. Não me sentiste. Fiz-me escura na brancura da tua pele, quando se encheu de luz. Persegui-te. Tentei libertar-me de ti. Não permitiste, continuaste a encher-te de luz, mesmo na podridão do dia acabado, no artificial do teu leito. Fixei-me sobre as palavras que lias, murmurei-as contigo, sem que me ouvisses. Fiz-te cansar sobre o desvanecer das horas e finalmente apagaste a luz. E finalmente fui.”
Texto: Elisabete Neves
Foto: Ana Gilbert


“To give, indefinitely, to our human finitude, a form that is never definitive.”
Didier Anzieu (The skin-ego)

…ou dos encontros bonitos…

Espera feita de luz…


.
(obrigada, Francisco, por aceitares o desafio. Obrigada, Paulo, pela acolhida)

“Um ar que sabia a luz e que rangia a cristal…”
Palavras | Mário de Sá-Carneiro

“Vejo o brilho de um sonho tão impossível.”
(José Luís Peixoto, A Casa, a Escuridão)

“Incomoda-te a minha sombra? Ou a minha luz?”
Fotografar palavras
Projeto | Paulo Kellerman
Texto | Ana Gilbert
Foto| João Oliveira