
The remains of the day




“Eu pronuncio esta palavra como se não fosse de minha língua. É uma palavra que tem textura, é rugosa, fere, menospreza. Vergonha.”
Rafael Azevedo (Ecos no coração da terra, Kotter Editorial, 2021)
Um livro de tirar o fôlego, que provoca imagens, inúmeras imagens. Fragmentos que, aos poucos, nos revelam sua costura e o avesso da costura. Jogos de luz e sombra, fascinantes e hipnóticos. Viciantes e peçonhentos.
Um mergulho na alma humana: almas individuais, alma familiar, alma coletiva. Vida e morte; decadência e libertação.

Tenho uma frase tua a circular dentro de mim.

“O que sente não tem nome.”
Kiss kiss, bang bang, conto de Elsa Margarida Rodrigues, na Antologia Minimalista

“Como se a poesia fosse a linha mais curta entre duas almas.”
(Pedro Machado)

Conversa sobre o livro Água Viva de Clarice Lispector
O evento contará com a participação das integrantes do Instituto Junguiano do Rio de Janeiro (IJRJ):
Sigrid Haikel, Maria Lúcia Lorêdo, Áurea Torres e Ana Gilbert
Dia 01 de Outubro de 2021| Sexta-feira, de 14h às 16h.
Valor simbólico de R$ 25,00 que será revertido para Casas das Palmeiras – Nise da Silveira

A vida será sempre sonho.
Fotografar palavras
Projeto | Paulo Kellerman
Texto | Ana Gilbert
Foto | Peter A. Gilbert

“Às vezes tudo à nossa volta precisa de morrer para que possamos viver.”
Elsa Margarida Rodrigues (As horas do fim)
Uma publicação Minimalista

encomendas: minimalista.editora@gmail.com

“Não somos o que vestimos mas os farrapos que escondemos…”
Fotografar palavras
Projeto | Paulo Kellerman
Texto | Cristina Vicente
Foto | Ana Gilbert

a pele é também consciência.

“O tempo dilata-se em angústia.”
Fotografar palavras
Projeto | Paulo Kellerman
Texto | Ana Gilbert
Foto | Juliana Monteiro Carrascoza

[rosa dos ventos]
o coração apontava
um rumo contrário oposto
e surdos seguiam os pés
cada passo a esmagar
uma pétala um sonho
Fotografar palavras
Projeto | Paulo Kellerman
Texto | Dulci Dantas
Foto | Ana Gilbert

“Everything breathes together.”
Plotino

Quando voltaremos a tocar o céu?

“Dá-me a mão quando já não souber o caminho.”
Fotografar palavras
Projeto | Paulo Kellerman
Texto | Nuno Pinto Bastos
Foto | Ana Gilbert

desejo. a fantasia que nos separa

“O que me vai na alma é como uma albufeira cujas comportas estão por abrir. Seria preciso uma vida para escutar-me… com calma.“
Fotografar palavras
Projeto | Paulo Kellerman
Texto | Nuno Pinto Bastos
Foto | Ana Gilbert


Consigo existir sem mim?

… sem pressa…