
“Um ar que sabia a luz e que rangia a cristal…”
Palavras | Mário de Sá-Carneiro

“Um ar que sabia a luz e que rangia a cristal…”
Palavras | Mário de Sá-Carneiro

“Repara na lentidão do adeus”

“Repara na suspensão do adeus”
Palavras | Filipa Leal (Vem à quinta-feira)

“Eu sou eu e minha circunstância.”
Palavras | Ortega y Gasset

Quando uma história termina? Como se identifica o seu fim?

“O meu corpo tem saudades do teu olhar.”
Fotografar palavras
Projeto | Paulo Kellerman
Texto | Ana Gilbert
Foto | João Oliveira

“The end is where we start from.”
T. S. Eliot (Little Gidding, Four Quartets)



“Imagens de mim na caminhada.”
Palavras | Hilda Hilst (Cantares de perda e predileção, XVII)

“A memória regressa ao que na casa – e no corpo – viveu e morreu.”
Palavras | Al Berto (O anjo mudo)

“As nuvens passam, vagarosas e indiferentes.
Porque nunca param para nos escutar?”
Fotografar palavras
Projeto e texto | Paulo Kellerman
Foto | Ana Gilbert


“Mulheres são perfumes que se aproximam, param e se esquivam sem lançar raízes nessa treva.”
(Lya Luft, Mulher no palco)



“Sussurra-me ao ouvido que já é amanhã.”
Fotografar palavras
Projeto | Paulo Kellerman
Texto | Ana Gilbert
Foto| Cristina Vicente
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Fotografo a sombra dos dias para ter a certeza de que eles passam.

os dias as cores os medos a respiração
parados, à espera
à espera
dos dias das cores dos medos da respiração
livres
das angústias medidas
das dores mediadas

“Lembras-te dos nossos sonhos? Então
precisávamos (lembras-te?) de uma grande razão.
Agora uma pequena razão chegaria,
um ponto fixo, uma esperança, uma medida.”
Palavras | Manuel António Pina

“Não penses no futuro, que ainda há tanto presente pela frente.”
Fotografar palavras
Projeto e texto | Paulo Kellerman
Foto | Ana Gilbert
(é tão assim…)
Contos ao pôr do sol com Pedro Oliveira | O Nariz Teatro