Teu corpo

Desvelar-te o caminho.
Chover em terra árida
E sermos mar
Por vir.
Semear o mundo
Com prazer.
Tomar-lhe o peito
Pulsar
E vir-nos.
Sermos a tempestade
E a quimera.
O leito
E o assunto.
O silêncio
E os beijos
À chuva.
Entranhar-nos
E humedecer
Nas dobras do calor
A que chamo
Teu corpo.

Jorge Vaz Dias

Estilhaços de luz

Aguardo a hora do dia em que a luz explode sobre a tua pele e me atinge o olhar com os seus estilhaços. O desejo cega-me.

Conversas Literárias

MANOEL DE BARROS – o poeta, a imagem, a despalavra

No dia 05 AGO | Sábado, das 16h às 18:30h (Brasil), vamos conversar sobre a poesia de Manoel de Barros, poeta do limiar da palavra, das miudezas e das lonjuras.

O evento será via ZOOM e contará com a presença das integrantes do IJRJ: Sigrid Haikel, Aurea Torres, Maria Lúcia Lorêdo Jorge, Isabela Fernandes, Ana Gilbert e Maria de Fátima C. Coelho.

Valor simbólico de R$30,00 que será revertido para a Casa das Palmeiras – Nise da Silveira
Informações e inscrições: link na BIO
OU no site do Instituto Junguiano do Rio de Janeiro

  • Foto e flyer: Ana Gilbert

Dias

sone days are just empty.

Há dias que são apenas vazios.

centelha

spark

Fecha-se. Na casa sem janelas. Protege-se. Alheia-se do mundo. Quer esquecer o tempo; envelhecer na dor. A alma, rubra, escapa pelas cicatrizes.

[She closes herself off. In the windowless house. She protects herself. Alienates herself from the world. She wants to forget time; to age in pain. The soul, ruddy, escapes through the scars.]

Back to the start

Back to the start

They don’t understand
They don’t understand
They don’t understand
They don’t understand

And all I need is you
Just all I need is you

They don’t understand
‘Cause they don’t talk for me
There ain’t no master plan
I came here to make peace
I’m only made to suffer
I’m only made to care
And all the time in the world
Gonna wish until it hurts
‘Cause they don’t understand

And all I need is you
But you don’t know it’s true
And all I need is you
But you don’t know it’s true
It’s impossible
Unbelievable
Do you see it now?
Do you see it now?
And our lives coming back to the start

Back to the start
Back to the start
Back to the start
Back to the start

(Anathema)