
“Time present and time past
Are both perhaps present in time future
And time future contained in time past.
If all time is eternally present
All time is unredeemable.”
T.S.Eliot

“Time present and time past
Are both perhaps present in time future
And time future contained in time past.
If all time is eternally present
All time is unredeemable.”
T.S.Eliot

“Tem exatamente o que precisa: pode ter.”
Clarice Lispector (Onde estiveres de noite)


Compreendeu que a liberdade era luz.


DURA DITA DURA
Teatro de Ferro (Portugal)
FIMFA Lx24 | Teatro do Bairro, Lisboa
[memória de um ensaio]


o arrepio do silêncio
“Sei e não sei que tudo isso é impossível,
que a morte é um abismo sem pontes.
Sobrevivo, mas é insensatez.”
Lya Luft (O lado fatal, 1991)



“todos os dias uma
vez mais alguém inventa
o mundo e de súbito
vivemos”
valter hugo mãe (publicação da mortalidade, 2018)

“Talvez o manancial esteja em mim.
Talvez de minha sombra,
fatais e ilusórios, surjam os dias.“
Jorge Luís Borges (Elogio da sombra, 2001)

Pina Bausch | Desejo de presença

…ou o corpo da poesia


“Simples espera
daquilo que não se conhece
e, quando se conhece,
não se sabe o nome.”
Mia Couto [poemas escolhidos, 2016]



É sempre uma alegria estrear parceria no projeto FOTOGRAFAR PALAVRAS. Receber o texto, desdobrar algumas das múltiplas imagens que ele contém e coagulá-las em fotografias. Depois, descobrir a autoria ao ver a publicação.
Hoje, o autor parceiro é o Vinícius Dias.
……….
cadernos: palavras de plástico escritas nas asas dos sonhos
notebooks: plastic words written in the wings of dreams
Texto | Text: Vinícius Dias
Fotografia | Photography: Ana Gilbert
……….
Vale a pena lembrar que a exposição FOTOGRAFAR PALAVRAS pode ser visitada até 31 de outubro, no m|i|mo – museu da imagem em movimento, Leiria, Portugal.
Fotografar palavras, projeto criado e dinamizado pelo Paulo Kellerman. Sempre uma aventura poética. Diariamente, desde 2016.



“Pergunta-se se ela conseguirá vislumbrar outro mundo para além da rachadura; para além do desencanto, para além da secura.”
[excerto do meu conto Como da primeira vez, na antologia LIBERDADE MINIMALISTA, 2024]



existe sempre a hora do dia em que se fecha no seu casulo de luz.
