
“O que me vai na alma é como uma albufeira cujas comportas estão por abrir. Seria preciso uma vida para escutar-me… com calma.“
Fotografar palavras
Projeto | Paulo Kellerman
Texto | Nuno Pinto Bastos
Foto | Ana Gilbert

“O que me vai na alma é como uma albufeira cujas comportas estão por abrir. Seria preciso uma vida para escutar-me… com calma.“
Fotografar palavras
Projeto | Paulo Kellerman
Texto | Nuno Pinto Bastos
Foto | Ana Gilbert


Consigo existir sem mim?

… sem pressa…
O projeto MAPAS DO CONFINAMENTO é “um projeto trilingue que une os falantes de português com o intuito de desenhar uma cartografia do confinamento através da arte e da cultura.
Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé, Timor Leste e Diásporas de expressão portuguesa – Bélgica, França, Países Baixos, Reino Unido – são estes os “Mapas do Confinamento” que quase cem artistas, escritora .es, fotógrafa .os, ilustradora .es, poetas, tradutora .es – de todas as origens e sotaques – estão a construir coletivamente em português (mas traduzidos para francês e inglês porque o mundo também é feito de outros idiomas) como forma de assinalar este momento marcante da nossa História.”
Participo com um CONTO e um ENSAIO FOTOGRÁFICO .
NÓS (conto)

Não sei o teu nome, nunca tive coragem de perguntar. Mas somos vizinhas. De vida. Habitamos a mesma pele, ainda que muitos metros de tecido esgarçado nos separem. Não sei onde estás; passo pelos lugares de costume e vejo somente a tua ausência. Em que calçada te sentas agora?
Continue a ler clicando no link.
A SOMBRA DOS DIAS (ensaio fotográfico)
Fotografo a sombra dos dias para ter a certeza de que eles passam.

ensaio completo disponível aqui

“O desejo corta na borda.”
(anônimo)
“De súbito, penso que o corpo existe sem mim, sem essa dimensão pensante que escreve. Penso que ele abriga todas as palavras inventadas e as vai libertando, uma a uma, para que eu as utilize. Eu, mero instrumento de sua linguagem. Eu, identidade exagerada pela razão.”
.
Excerto do meu conto ‘A SOMBRA’ para a Antologia Crocitar de Lenore, 2021.

A Antologia Crocitar de Lenore reúne releituras contemporâneas dos poemas ‘O CORVO’ e ‘LENORE’, de Edgar Allan Poe.
É um ebook editado pela Morse Laboratório Editorial de distribuição livre e gratuita. Pode ser acessado e baixado aqui.

“O que eu sinto não serve para se dizer”
Palavras | Clarice Lispector (Mineirinho, Fundo de Gaveta)

Palavras | Helder Magalhães (Nunca estiveste aqui, Edições Húmus, 2020)

“Quando, finalmente, enxergou o que de mim perdeu, viu que de nada vale o que tem…”
Fotografar palavras
Projeto | Paulo Kellerman
Texto | Maria João Rocha
Foto| Ana Gilbert





Uma imagem para um excerto de ÁGUA COM AÇÚCAR, romance de Ana Miguel Socorro
Quarta publicação da editora Minimalista


(encomendas pelo e-mail: minimalista.editora@gmail.com)


“I have saved this afternoon for you”
Palavras | T.S. Eliot (Portrait of a lady)

Recolho sutilezas que ninguém vê…


[diálogos]

“Sabes a mar. Sim, sabes a mar. E quando te beijo sinto-me transportado. Como se cada beijo teu me levasse numa viagem da qual não quero regressar.”
Fotografar palavras
Projeto | Paulo Kellerman
Texto | Maria João Faísca
Foto | Ana Gilbert

“O gesto aquieta o medo.”
Fotografar palavras
Projeto | Paulo Kellerman
Texto | Ana Gilbert
Foto | Frankie Boy

Vermelho-sangue, vermelho-vida, vermelho-alma, vermelho-irmandade, vermelho-encontro, vermelho-gente… aqui, lá, em qualquer lugar…

“Encosto o meu peito no teu e oiço a força do mar rebentar nas rochas… Não é tempo de atracar. Ainda não é chegado o momento de deslizar os dedos nas dunas de areia.”
Fotografar palavras
Projeto | Paulo Kellerman
Texto | Nuno Pinto Bastos
Foto | Ana Gilbert


“To give, indefinitely, to our human finitude, a form that is never definitive.”
Didier Anzieu (The skin-ego)


“Porque não lembramos o que vimos da primeira vez que olhámos, da primeira vez que os nossos olhos se abriram para o mundo e fizeram a sua primeira focagem?”
“Recordamos tantas primeiras coisas. Mas não a primeira vez que olhámos, que cheirámos, que tocámos; que sorrimos. Como podemos esquecer o primeiro sorriso?”
Paulo Kellerman (Aviões de papel)
Uma edição Minimalista