
Será que se deixar de me olhar ao espelho conseguirei esquecer o meu rosto? Conseguirei esquecer como sou, o que sou, quem sou? Conseguirei esquecer-me?
Texto| text: Paulo Kellerman

Será que se deixar de me olhar ao espelho conseguirei esquecer o meu rosto? Conseguirei esquecer como sou, o que sou, quem sou? Conseguirei esquecer-me?
Texto| text: Paulo Kellerman


Das coisas bonitas deste ano: fotografar o espetáculo COSMOFOBIA, com o Grupo de Pesquisa e Criação e Marcio Cunha

Na publicação # 4999 do Fotografar palavras, a parceria é com o querido Jorge VAz Dias.
Há sempre alguma solidão
Em quartos de hotel
Tal como um prenúncio
De escandaleira.
Há quem se suicide
Neles
E há que morra por segundos
Por prazer.
There is always a certain loneliness
In hotel rooms
Like a prelude
To scandal.
Some people commit suicide
There
And some die for seconds
For pleasure.
Texto | Text: Jorge VAz Dias
Fotografar palavras, projeto bonito do Paulo Kellerman. Nossa casa poética; lugar de encontros e afetos. Desde 2016.

Quando o vento aparece
Mostrando sua face invisível,
O mar sempre escurece
Cobrindo seu limite impossível…
Mas quando o mar entoa
Sua canção de mil sereias,
O vento, então, ecoa,
Fazendo luzir mil candeias…
O vento sopra o mar
E o mar encanta o vento…
Em si, tão diferentes,
Apenas tons de um mesmo momento…
Palavras: Marta Chagas (03/08/2010)

[series]

There are times when I like to talk to absence. We have gotten to know each other well.
text by Paulo Kellerman
for Portable link

There is a certain way of breathing in which the body enters into perfect harmony with the universe; a way in which they breathe together. It’s something you practice. Or that you imagine.
Text by Paulo Kellerman
Portable Link, a dialogue between photography and literature


Saboreias o desejo das palavras? Das notas musicais?

Há dias em que a linguagem é inútil.
[foto minha para o texto da Mónia Camacho]
É sempre uma alegria receber um texto, saboreá-lo até desdobrá-lo em imagens e escolher uma (ou mais) que irá se coagular em fotografia.
É sempre uma alegria quando, ao ver a publicação no Fotografar Palavras, descubro que a autora é a querida Mónia Camacho.
Obrigada, Paulo Kellerman, por este lugar de encontros e afetos bonitos.
Projeto Fotografar Palavras, diariamente, desde 2016.

morte. a violência que nos separa.





