
Portable Link | Ello

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“As nuvens mudam de forma, os ventos levam grãos de areia e quando olhamos para a praia… parece igual a ontem!”
Projeto: Paulo Kellerman
Texto: Sara Viscondessa
Fotografia: Ana Gilbert

“Thoughts do not follow predictable directions; and the best ones are those that surprise us; the ones that force us to move in a new direction.”
Text by Paulo Kellerman | portable link
[portable link is a collaborative account with Paulo Kellerman on Ello]

“Importa que em tudo o que eu venha a ser, seja sempre eu.”
Mónia Camacho (Partes íntimas)

it’s all about dancing


“Vinte e quatro vozes depois da porta.
Retire os sapatos antes de entrar.”
CONTOS MINIMALISTAS
Minimalista
12 autores minimalistas + 12 convidados:
Ana Gilbert
(@ana_gilbert)
Ana Miguel Socorro
(@amiguelsocorro)
Ana Moderno
(@a_modernita)
Andreia Azevedo Moreira
(@andreia.azevedo.moreira)
Catarina Vale
(@katysavale)
Cristina Vicente
@cris_myself_)
Elsa Margarida Rodrigues
(@elsamargaridarodrigues)
Emanuel Reis
(@emanuel_reis86)
Isabel Gaspar
Joana M. Lopes
(@joana.m.lopes)
João Reis
(@joaoreis.author)
Lia Wolf
(@wolf_lia)
Liliana Silva
(@lilianasilva)
Lorena Kim Richter
(@lorenakimrichter)
Margarida Baptista
Maria João Pessoa
Mónia Camacho
(@moniamilitao)
Paulo Kellerman
(@paulokellerman)
Rafael Vieira
(@rah.pha)
Raquel Laranjeira Pais
(@raquel_lpais)
Ricardo Graça
(@atgraces)
Rita Serra
Sandra Vaz
Sandrine Cordeiro
(@sandrinecordeiro)
Os artistas gráficos:
Maraia: ilustração @hopefulngold
Licínio Florêncio: concepção gráfica e paginação @licinio_florencio
Sónia Silva: logotipo Minimalista @sonia_silvas
Encomendas: minimalista.editora@gmail.com



Acabadinhos de chegar :))
CONTOS MINIMALISTAS
24 contos, 24 vozes
Encomendas: minimalista.editora@gmail.com

“Qual é, afinal, a diferença entre vento e poesia?”
O gato e o vento, de Paulo Kellerman, na Antologia Minimalista (2020)

“A casa voltou a reinar, segura da sua força.
Bem no meio tem um coração. Uma iluminação que não se sabe de onde vem. E sou capaz de passar horas a banhar-me nesse conforto.
Por vezes, a casa murmura o teu nome.”
A casa na praia, de Mónia Camacho, na Antologia Minimalista (2020)

“O que é que se responde a uma filha que nos pergunta como estamos, de quem não se tem notícias há anos? Responde-se: estou bem?”
Oh Senhor Luís!, de Sandrine Cordeiro, na Antologia Minimalista (2020)

“Entra na sala; vê a cortina vermelha e sente-lhe a textura entre os dedos; inspira o cheiro quente e amargo das fitas nas bobines; respira a mistura do amadeirado doce das cadeiras; aceita o mofo sereno das alcatifas. E vê a lanterna. No cimo do balcão da entrada, enche-se de luz a piscar. Com ela, regressa à sala. Senta-se na primeira cadeira da última fila e olha o ecrã.”
Os meus dias são domingos, de Ana Miguel Socorro, na Antologia Minimalista (2020)

“Não sabia porquê, nem lhe parecia importante, mas as palavras e todos os medos, que se recusavam sair pela boca, dançavam livremente pelos dedos, como através de uma corda oca.”
De Aardonyx a Zupaysaurus, de Lia Wolf, na Antologia Minimalista (2020)

“Por um breve momento, sentem-se. Não é desejo, nem simpatia, nem compreensão.
É qualquer coisa diferente, como se aquele momento sempre tivesse existido e estivesse ali simplesmente à espera que as suas vidas confluíssem para ele, para depois seguirem de novo o seu caminho.”
Excerto de AS HORAS DO FIM, romance de Elsa Margarida Rodrigues
Uma publicação Minimalista

“Para quê termos portas em nós?”
O refúgio, conto de Cristina Vicente, na Antologia Minimalista

“Eu pronuncio esta palavra como se não fosse de minha língua. É uma palavra que tem textura, é rugosa, fere, menospreza. Vergonha.”
Rafael Azevedo (Ecos no coração da terra, Kotter Editorial, 2021)
Um livro de tirar o fôlego, que provoca imagens, inúmeras imagens. Fragmentos que, aos poucos, nos revelam sua costura e o avesso da costura. Jogos de luz e sombra, fascinantes e hipnóticos. Viciantes e peçonhentos.
Um mergulho na alma humana: almas individuais, alma familiar, alma coletiva. Vida e morte; decadência e libertação.
A minha leitura de um excerto do conto “As pegadas de Jamila”, de Mónia Camacho.
Uma parceria Mapas do Confinamento e Dias Úteis-Podcast
Para ouvir aqui:

“Talvez a morte seja apenas quietude.”
Despedida, conto meu, na Antologia Minimalista

“A caminho do peito denso do mato, rasga as roupas – porque toda a natureza emerge de um ritual de sentidos e é urgente a presença completa do corpo.”
Eda e o riso, conto de Joana M. Lopes, na Antologia Minimalista


Serviço Postal – Postais com Estória
Porque vivemos entre palavras e imagens. Porque precisamos de estórias/histórias que alimentem a nossa imaginação. Porque precisamos de afeto. Precisamos de sorrisos, sorrisos que brotam, espontâneos, a cada postal. Precisamos dos abraços (imaginados ou concretos) que trocamos e sentimos quando lemos as estórias/histórias feitas de palavras-imagens, imagens-palavras. Que dizem muito, que dizem tanto.
Porque enviar postais é tudo isso.
Serviço Postal – Postal com Estória é o novo projeto do amigo Paulo Kellerman. E que se torna também nosso.
Obrigada, Paulo, por mais esta aventura na companhia de tantos talentos.