

“Talvez o futuro seja feito de esperas. Talvez o futuro seja feito de esquecimentos.”
Paulo Kellerman (excerto do conto O alívio, em O osso da vida, 2022)


“Talvez o futuro seja feito de esperas. Talvez o futuro seja feito de esquecimentos.”
Paulo Kellerman (excerto do conto O alívio, em O osso da vida, 2022)

“Há sempre um momento em que sente no seu corpo: vão cantar; e nesse instante, os pássaros cantam. Serão eles que mantêm o mundo em movimento com o seu canto?”
[There is always a moment when she feels in her body: they are going to sing; and in that instant, the birds sing. Are they the ones who keep the world moving with their singing?]



Consigo existir sem mim?
[Can I exist without me?]
Texto | Text: Ana Gilbert
Fotografia | Photography: Laurent SPADOTTO
Fotografar palavras | coordenação: Paulo Kellerman

As paredes pulsam histórias.
[The walls pulse stories.]
Texto | Text: Ana Gilbert
Fotografia | Photography: Dean Garlick
Fotografar palavras, o projeto bonito do Paulo Kellerman

“Nascer é aprender a ser só.”
[To be born is to learn to be alone.]
Texto | Text: Ana Gilbert
Fotografia | Photography: João Oliveira
Fotografar palavras, projeto colaborativo, bonito e poético, do Paulo Kellernan e de todos nós.


—Lembras da primeira vez que nos vimos? (Paulo Kellerman)
Fotografia: Ana Gilbert
Texto: Paulo Kellerman
GEOGRAFIAS CORPORAIS
Alter Edições, 2022
geografiascorporais@gmail.com
[ENGLISH VERSION AVAILABLE]

“É sabido que nas horas incertas os fios da imaginação tecem mantos que embrulham o coração no medo e que o medo, por espiralados enigmas que regem o universo infinito dos pensamentos, ganha voz e fala como gente.”
[It is known that in uncertain hours the threads of imagination weave cloaks that wrap the heart in fear and that fear, through spiraling enigmas that govern the infinite universe of thoughts, gains voice and speaks like people.]
Texto | Text: Joana M. Lopes
Fotografia | Photography: Ana Gilbert
Fotografar palavras, o projeto bonito do Paulo Kellerman. A nossa casa criativa.


Reverbero um silêncio atemporal.
GEOGRAFIAS CORPORAIS
Uma colaboração Brasil-Portugal
Fotografia: Ana Gilbert
Texto: Paulo Kellerman
Alter Edições, 2022
Projeto Gráfico: Licínio Florêncio
Coordenação Editorial: Eder Ribeiro
encomendas / orders:
geografiascorporais@gmail.com
[ENGLISH VERSION AVAILABLE]






“O tempo sabe que um livro é um princípio.” (Paulo Kellerman)
GEOGRAFIAS CORPORAIS
Fotografia: Ana Gilbert
Texto: Paulo Kellerman
Alter Edições, 2022
Projeto Gráfico: Licínio Florêncio
Coordenação Editorial: Eder Ribeiro
encomendas a/ orders:
geografiascorporais@gmail.com
[ENGLISH VERSION AVAILABLE]

“Sem apego deixarei de sentir?”
[Without attachment, will I stop feeling?]
Texto | Text: Maria João Faísca
Fotografia | Photo: Ana Gilbert
Parceria bonita, no projeto bonito criado pelo Paulo Kellerman

Enquanto dança, inventa encontros e diálogos.


[just arrived]


É com grande alegria que anuncio a publicação de GEOGRAFIAS CORPORAIS, livro com fotografias minhas e contos inéditos do querido amigo Paulo Kellerman.
Poderia dizer muitas coisas sobre o livro; sobre os 4 anos de trabalho intenso, sobre as idas e vindas até chegar a este momento. Ou sobre o quanto sou grata a cada um dos bailarinos da Pulsar Companhia de Dança e do grupo Te Encontro lá no Cacilda, por me receberem de braços abertos; ao Paulo, por embarcar comigo nesta aventura maravilhosa; ao Licínio Florêncio, ao Éder Ribeiro, à Alter Edições e à Pigma, por nos ajudarem a materializar este sonho.
Porém, o que sinto é que não há palavra capaz de traduzir a emoção que me vai cá dentro ao vê-lo no mundo. [sorrio]
APRESENTAÇÃO em breve!!
Já podem reservar / encomendar pelo email:
[for orders]
geografiascorporais@gmail.com
[ENGLISH VERSION AVAILABLE]
Geografias Corporais é um projeto desenvolvido em 2018 com a Pulsar Companhia de Dança o grupo de pesquisa sobre o movimento Te Encontro lá no Cacilda. Surgiu no âmbito de uma publicação acadêmica sobre arte, estética de resiliência, corpo, deficiência e as múltiplas corporeidades, com o intuito de questionar e desestabilizar a ideia de corpo normal como universal. O projeto tornou-se, ele mesmo, uma produção artística, entrelaçando fotografia e literatura. Ganhou corpo, infiltrou-se na pele, tomou conta de boa parte da vida durante quatro anos. Envolveu pessoas e afetos. Partes dele foram publicadas aqui e ali. E agora, torna-se do mundo. Por inteiro.


What makes you dance?

Que coisas tenho eu que sejam só minhas, que não sejam arrancadas de mim pelas tuas perguntas, pelas tuas dúvidas, pelos teus anseios?

“Entrelaçam-se na vivência partilhada, em harmonias e desarmonias, em movimento derramado.”
Excerto de A respiração do tempo, fotografado por Frankie Boy
Uma publicação Minimalista

“Ao sinal invisível, os homens começam a disparar. Descarregam as armas, como uma ejaculação coletiva, fruto de um gozo inominável. Uma nuvem de pássaros tinge o azul do céu com gritos vermelhos. As pessoas vão caindo, flor a flor.”
[excerto do conto Convulsão, em A respiração do tempo]
Uma edição Minimalista