Doem-me as asas

Foto: Ana Gilbert

As noites eram, ao mesmo tempo, terríveis e magníficas.
O céu brilhava em estrelas infinitas. E a beleza raramente é em vão.
A sensibilidade é um dos maiores indicadores de evolução; e captar a beleza é o primeiro passo para o desenvolvimento humano.

Excerto de DOEM-ME AS ASAS, o novo romance de Mónia Camacho.

Uma publicação Minimalista

CONVERSAS MINIMALISTAS

3 de julho de 2021, às 15 horas (19 horas em Portugal)

Neste primeiro evento Minimalista, vamos conversar sobre o romance da Mónia Camacho, DOEM-ME AS ASAS.
Percepções, pensamentos, emoções, questionamentos… Vamos partilhar com a autora o que o livro nos provoca. O evento será pelo zoom.

Quer participar? É só se inscrever gratuitamente pelo e-mail: minimalista.editora@gmail.com

O livro já está disponível para venda no Brasil!

4 anos…

4 anos de sutilezas…

Estes são tempos difíceis… e a arte tem sido uma grande companheira. Muita coisa aconteceu neste ano: palavras, imagens, entrelaçamentos, parcerias… uma editora, a Minimalista.

O meu agradecimento aos que percorrem comigo este caminho; aos que me afetam e se deixam afetar pelo meu olhar…

“todas as guerras estão | infectadas pela | expectativa do amor”

(Valter Hugo Mãe, Publicação da mortalidade)

Água com Açúcar

“As mamas mal tapadas. Tapavam-se as almas porque ao corpo vendido resguardavam-se as entranhas.”

Uma imagem para um excerto de ÁGUA COM AÇÚCAR, romance de Ana Miguel Socorro

Quarta publicação da editora Minimalista

(encomendas pelo e-mail: minimalista.editora@gmail.com)

Florbela | Minimalista Editora

“…parece que sempre estive sozinha. Tive de ser eu a pegar-me ao colo quando queria que fosse a minha mãe. E ela está aqui. – Acusou.”

FLORBELA | romance de Sandrine Cordeiro

Uma edição Minimalista

“Um enigmático livro verde é inesperadamente descoberto debaixo de um cadeirão; e é esta descoberta, tão banal quanto misteriosa, que encerra a possibilidade de transformar o quotidiano. Duas mulheres, mãe e filha, passam a reunir-se em tempos e espaços distintos, aproximadas e unidas pelo misterioso livro.

Florbela é uma estória de encontros e desencontros, de possibilidades e perdas, de acasos e mistérios, de subtilezas e descobertas, de palavras e silêncios. Uma estória de buscas: do eu, do outro, de um sentido. Uma estória que se vai revelando como um puzzle construído peça a peça, onde nem tudo faz pleno sentido, nem tudo tem explicação, nem tudo encaixa. Como na vida.”

Paulo Kellerman

(encomendas pelo e-mail: minimalista.editora@gmail.com)