
visual poetry



“As imagens que vivem em nós constituem uma espécie de corpo.”
Emanuele Coccia (A vida sensível)

morte. a violência que nos separa.



















COSMOFOBIA, Teatro Cacilda Becker, Rio de Janeiro
Estreia com casa cheia.
Vinte e quatro mulheres em cena, sob a orientação do artista plástico e coreógrafo Marcio Cunha
Fruto de muitos estudos e pesquisas em torno das urgências do nosso tempo, COSMOFOBIA é uma performance de dança livremente inspirada no conceito trazido no livro: “A TERRA DÁ, A TERRA QUER”, do filósofo quilombola Antônio Bispo dos Santos, conhecido como NÊGO BISPO.
Vinte e quatro mulheres em cena, sob a orientação do artista plástico e coreógrafo Marcio Cunha.
Fruto de muitos estudos e pesquisas em torno das urgências do nosso tempo, COSMOFOBIA é uma performance de dança livremente inspirada no conceito trazido no livro: “A TERRA DÁ, A TERRA QUER”, do filósofo quilombola Antônio Bispo dos Santos, conhecido como NÊGO BISPO.








[fotos minhas]

Deslizo lentes como dedos.

“E no entanto, refaço minhas asas | Cada dia.”
Hilda Hilst

O toque que nos separa.


“Só por hoje eu não quero mais chorar
Só por hoje eu não vou me destruir”
Legião Urbana

Time within myself.

[for Ahou Daryaei]


“Não há casas, há apenas o fazer casa.”
Emanuele Coccia (Filosofia da casa, 2024)


“É impossível amar sem fazer lar.”
Emanuele Coccia (Filosofia da casa, 2024)

desenhar um corpo com palavras.
